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Trump diz que ‘praticamente não resta nada para atacar’ no Irã

jovempan.com.br
Trump diz que ‘praticamente não resta nada para atacar’ no Irã




O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (11) que “praticamente não resta nada para atacar” no Irã e que o conflito terminará “em breve”, em entrevista telefônica ao site de notícias Axios.


“Assim que eu quiser que isso pare, vai parar”, acrescentou Trump, pouco depois de o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarar que a ofensiva lançada conjuntamente por Israel e Estados Unidos contra o Irã desde 28 de fevereiro continuará “sem limite de tempo”. Trump tem enviado repetidas mensagens contraditórias sobre o calendário e os objetivos da guerra.


Na segunda-feira, após um fim de semana intenso de bombardeios, afirmou que o fim poderia chegar “em breve”. O presidente dos Estados Unidos enfrenta pesquisas desfavoráveis no âmbito interno e temores sobre a perturbação da economia mundial decorrente da operação americano-israelense contra o Irã.


Trump, de 79 anos, enfrenta eleições legislativas de meio de mandato decisivas em novembro, nas quais está em jogo o controle do Congresso. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou nesta quarta-feira que “esta operação continuará sem limite de tempo, pelo tempo que for necessário, até que alcancemos todos os objetivos”.


O Irã respondeu com ataques, embora muito menos intensos do que no início do conflito, e com declarações desafiadoras, após escolher um novo aiatolá, o filho do assassinado Ali Khamenei.


Estados Unidos e Israel deveriam “considerar a possibilidade de que se vejam envolvidos em uma guerra de desgaste de longo prazo que destruirá toda a economia americana e a economia mundial e fará com que todas as suas capacidades militares se desgastem até o ponto da destruição”, declarou Ali Fadavi, assessor do comandante-em-chefe da Guarda Revolucionária, à televisão estatal.


A Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta quarta-feira que atacou um navio com bandeira da Libéria e um cargueiro tailandês no Estreito de Ormuz.


*Com AFP





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