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PCMG realiza prisões, incinera drogas e apreende lancha milionária

Ações em Guaranésia, Poços de Caldas, Piumhi e Capitólio resultaram em prisão por tráfico, cumprimento de mandados contra autores de furtos, incineração de mais de 220 kg de drogas e apreensão de embarcação ligada a investigação de golpes milionários.

PCMG- Assessoria de Comunicação
 PCMG realiza prisões, incinera drogas e apreende lancha milionária PCMG- Assessoria de Comunicação


Prisão por tráfico em Guaranésia

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, na manhã de quinta-feira (27/02/2026), mandado de busca e apreensão no bairro Santa Cruz da Prata, zona rural de Guaranésia/MG, no âmbito de investigação relacionada ao tráfico de drogas.


Durante as diligências no imóvel alvo da ordem judicial, os policiais localizaram substância análoga à maconha já fracionada para comercialização, além de balança de precisão e materiais utilizados no preparo e fracionamento do entorpecente.


Um homem de 29 anos foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e conduzido à Delegacia de Polícia Civil em Guaranésia, onde o auto de prisão foi ratificado.


Segundo o delegado titular da unidade, Valter Tizianel, o cumprimento de medidas judiciais fundamentadas em investigação permite atuação mais precisa no enfrentamento ao tráfico, retirando drogas de circulação e reduzindo a atuação criminosa.


Após os procedimentos legais, o preso foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça.






Prisão de investigados por furtos em Poços de Caldas


Em Poços de Caldas/MG, a Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio da PCMG identificou três indivíduos apontados como autores de, pelo menos, 13 furtos registrados apenas nos dois primeiros meses de 2026.


Um investigado, de 36 anos, foi relacionado a dois furtos; outro, também de 36 anos, a três ocorrências; e um terceiro, de 24 anos, a oito crimes no mesmo período.


Segundo a investigação, os suspeitos possuem extensa ficha criminal e estavam em liberdade por benefício da execução penal. Diante do histórico e da reiteração delitiva, a Polícia Civil representou ao Juiz das Garantias pela expedição de mandados de prisão preventiva, medida que foi autorizada após manifestação do Ministério Público.


A corporação também solicitou a regressão de regime dos investigados, pedido encaminhado à Vara de Execução Penal.


Conforme o delegado titular da unidade, Thiago Moreira, a atuação concentrada contra criminosos recorrentes é mecanismo relevante para reduzir impactos à ordem pública, especialmente na área central da cidade.







Incineração de mais de 220 kg de drogas


Ainda em Poços de Caldas, a PCMG, por meio da 1ª Delegacia de Polícia Civil do município, realizou na manhã de 26 de fevereiro de 2026 a incineração de mais de 220 quilos de drogas apreendidas em procedimentos policiais na cidade e região.




O procedimento ocorreu com autorização judicial, lavratura de termo próprio e acompanhamento das autoridades competentes, conforme determina a legislação vigente.



De acordo com a instituição, a medida integra a política permanente de repressão ao tráfico de drogas e reforça o compromisso com a responsabilização criminal e a retirada de entorpecentes de circulação.








Apreensão de embarcação avaliada em R$ 2,2 milhões


Na manhã de 25/02/2026, a Polícia Civil de Minas Gerais, por intermédio da Delegacia de Piumhi/MG e em apoio ao Departamento Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil do Estado de São Paulo, cumpriu mandado de busca e apreensão de uma embarcação avaliada em aproximadamente R$ 2.200.000,00.


A lancha foi localizada em uma marina na região de Capitólio/MG. As investigações tramitam no Estado de São Paulo, em parceria com o Ministério Público do Estado de São Paulo, e apuram esquema de golpes aplicados por meio de telefone celular que pode ter movimentado mais de R$ 100 milhões.


Entre os investigados figura o nome artístico MC Negão Original, apontado como um dos suspeitos de chefiar o esquema, conforme informações repassadas pelas autoridades paulistas.


As diligências em Minas Gerais foram presididas pelos delegados Fernando Berdugo e Fábio Csiszer, com participação da investigadora Gabriela.


As quatro ocorrências integram ações distintas da Polícia Civil voltadas à repressão qualificada ao tráfico de drogas, combate a crimes patrimoniais e cumprimento de medidas judiciais, reforçando a atuação integrada entre unidades de Minas Gerais e São Paulo.


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