Deolane, presa nesta quinta, se recusou duas vezes a comparecer ao Senado

Convocada pela CPI da Manipulação de Jogos, em outubro de 2024, e pela CPI das Bets, em abril de 2025, Deolane nunca se sentou diante dos senadores. A relatora Soraya Thronicke (Podemos-MS) chegou a rebater a última decisão: “Gostaríamos de conversar com ela: a senhora pode explicar essa entrada de recurso nas suas contas? Mas ela, pelo jeito, não quer responder.”
Agora, quem responde é a Polícia Civil. Segundo as investigações, Deolane teria recebido depósitos fracionados em espécie entre 2018 e 2021, totalizando mais de R$ 1 milhão — prática conhecida como “smurfing”, usada para dificultar o rastreamento de movimentações financeiras. A operação também mira Marcola, líder do PCC preso desde 1999, e familiares dele. Ao todo, foram expedidos seis mandados de prisão preventiva.
É a segunda prisão da influenciadora. Em setembro de 2024, ela havia sido detida durante a Operação Integração, da Polícia Civil de Pernambuco, que investigava organização criminosa envolvida em lavagem de dinheiro e jogos ilegais.






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